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sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Mutualismo, simbiose e protocooperação

    Mutualismo: a própria palavra já diz tudo mútua, ou seja, todo mundo sai ganhando. Um exemplo bem amplo é a relação dos insetos polinizadores e as plantas com flores, o inseto coleta o néctar e de quebra leva o pólen junto ao corpo e quando vai coletar o néctar de outra planta da mesma espécie derruba sem intenção alguma o pólen e assim ocorre a fertilização de grande parte das plantas com flores (foto abaixo).


mutualismo entre insetos e plantas

Fonte:http://www.nutricion-dietas.com/2010/04/25/salud/propiedades-de-la-miel-de-abeja/

     Não há uma diferença bem estabelecida, nesses três tipos de relação ecológica todos os indivíduos envolvidos são beneficiados com a relação. A protocooperação fica fácil de diferenciar da simbiose, pois nela os indivíduos vivem uma relação íntima que ambos são beneficiados, mas não é uma relação obrigatória, alguns autores descrevem a protocooperação como mutualismo facultativo. Exemplo: o bernardo-eremita (um caranguejo) e a anêmona-do-mar, a anêmona protege o crustáceo de ataques de predadores, em troca ela pega uma carona na concha de um molusco e que foi adquirida pelo caranguejo, dessa forma ela tem mais chances de obter alimentos do que se ficar fixa no substrato. Já na simbiose  um necessita do outro para sobreviverem. Como é o caso dos liquens que há uma associação de fungos e algas (alguns autores descrevem esse tipo de relação como  mutualismo obrigatório). O fungo protege e cede alimento para a alga que por sua vez agora pode captar os raios solares e fabricar seu alimento e dividir com o fungo.

Explicações e implicações:
simbiose ou mutualismo obrigatório = relação interespecífica benéfica, permanente para ambos envolvidos e muito íntima podendo um estar dentro do outro; caso do cupim e dos protozoários que quebram a celulose dentro do intestino desse inseto.
Protocooperação ou mutualismo facultativo = relação interespecífica benéfica para ambos envolvidos, no entanto não é obrigatória.

Inquilinismo

Comensalismo






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